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A escavadeira mítica que é um verdadeiro monstro tecnológico

Com o tamanho de um prédio de mais de 30 andares, ela encara e destrói qualquer coisa que aparecer em seu caminho.
É incrível pensar que o mesmo talento que o homem possui para construir belos monumentos também é usado para criar enormes máquinas de destruição. Neste artigo, no caso, falaremos das escavadeiras gigantes, veículos capazes de enfrentar terra, rocha, gelo ou o que se meter na frente.

Apesar de no dia a dia as escavadeiras comuns serem mais usadas na área de construção civil, existem desafios muito maiores a serem vencidos — o que também exige equipamentos com tecnologia aprimorada e grande capacidade de extração.

É o caso do setor de mineração, em que a quantidade de toneladas de minério removidas depende apenas do quanto as máquinas aguentam trabalhar. A seguir, vamos acompanhar algumas fotos e explicações sobre as maiores escavadeiras existentes na Terra.

A monstruosa Bagger 288

(Fonte da imagem: Michael Griswold)

Criada pela tradicional empresa alemã Krupp, a Bagger 288 não é só o maior veículo terrestre do mundo, como também uma das maiores obras de engenharia móvel já realizada pelo homem. Confira algumas especificações da titânica Bagger 288:

  • Tem 96 metros de altura (equivalente a um edifício de cerca de 32 andares).
  • Pesa 45.500 toneladas (superior a mais de 3 mil ônibus lotados e empilhados).
  • Mede 240 metros de um lado ao outro (mais ou menos dois campos de futebol).

Com toda essa grandeza, a escavadeira parece uma legítima obra alienígena. Inicialmente, custou US$ 100 milhões e demorou dez anos para ser construída (somando-se o tempo de planejamento e execução).

A empresa responsável pelo projeto é a mesma que atuou no desenvolvimento de tanques e outros tipos de maquinário bélico durante as Primeira e Segunda Guerras Mundiais, o que explica o sistema de propulsão formado por três grupos de quatro trilhos.

Todo esse tamanho vale a pena?

Segundo os engenheiros alemães, vale. A Bagger 288, com sua roldana principal medindo 18 metros de altura, é capaz de extrair 240 mil toneladas de carvão ou outro tipo de material por dia — isto é, mais de cinco vezes o seu próprio peso.  Além disso, pode ser operada por apenas cinco trabalhadores instruídos.

Entretanto, com essa dimensão extraordinária, a velocidade de movimento é bem lenta (cerca de 10 metros por minuto). Na sua última grande viagem, em 2001, o veículo demorou três semanas para cruzar 22,5 km e chegar ao seu novo destino — nem conseguimos imaginar o caos que isso deve ter causado para os moradores locais!

(Fonte da imagem: Michael Griswold)

Fora isso, pouco antes do Euro se tornar a moeda oficial da Alemanha, foram gastos mais de 15 milhões de marcos alemães com despesas de locomoção e energia (a gigantesca máquina requer quase 17 megawatts por dia para funcionar , ou seja, uma energia suficiente para abastecer uma cidade com 10 mil moradores).

Porém, mesmo com essa enorme logística, o custo-benefício, de acordo com a Krupp, é real. A escavadeira não tem previsão de parar de funcionar e deve trabalhar dia e noite por pelo menos 100 anos na extração de carvão e outros tipos de minério.

Escavando o futuro

Devido a sua grande magnitude e aparência medonha, a peça faz parte da cultura popular alemã e tem até música dedica a ela. Na “inspirada” letra, a Bagger 288 é citada como a “salvadora da humanidade” e “aquela que pode combater robôs e Godzillas”.

Além da Bagger 288, existem os modelos 281, 285, 287 e 293 — este, mais recente, com capacidade de operação semelhante à da 288. A Bagger 293 divide, junto com a irmã mais nova 288, o título de maior veículo terrestre do mundo no livro dos recordes (Guinness Book).

Entretanto, para sorte da crosta terrestre, ainda não há previsão de uma nova Bagger superior e mais potente — mas quem sabe isso pode mudar com a descoberta de reservas de minérios ainda maiores e mais lucrativas.

Outras máquinas colossais

Você acha que as obras para a Copa do Mundo de 2014 estão meio lerdinhas? Acha que talvez seja culpa do equipamento usado? Então acompanhe outros tipos de veículos colossais que circulam em obras e transporte pelo mundo afora.

Caminhão Caterpillar 797F

O maior caminhão de carga do mundo, descendente do Caterpillar 797B, pode carregar até 400 toneladas de material a uma velocidade máxima de 68 km/h. O segredo para isso? Um motor com 4 mil cavalos — dez vezes mais do que um esportivo convencional. Cada um dos pneus, que têm aproximadamente 4 metros de altura, custa US$ 6 mil.

(Fonte da imagem: English Russia)

O maior movedor de terra do mundo

O LeTourneau L-2350 possui a maior pá móvel do planeta e, assim como o caminhão Carterpillar 797F, consegue dar conta de 400 toneladas de material por vez. Imagine que esse titã consegue até carregar um ônibus em sua estrutura sem problema nenhum.

Escavadeira hidráulica móvel

As pás hidráulicas O&K RH400 completam o trio de aço da mineração. Elas são consideras as mais avançadas em operação atualmente e são capazes de retirar 25 milhões de metros cúbicos de terra diariamente, removendo um morro por dia.

Se você pensa que é preciso ser um verdadeiro Chuck Norris para dirigir qualquer um desses, se enganou. Graças à tecnologia, é tudo à base do joystick, e as engrenagens de movimento soam tão suaves e confortáveis quanto a direção de automóveis de luxo.

Além disso, as máquinas vêm com computadores de bordo e assistência de satélite para realizar os procedimentos. Agora, nos diga você: não seria legal pilotar alguma dessas, nem que fosse por um diazinho só?

Fonte: TecMundo
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Equipamento quebra e operário fica pendurado a 35 metros, em Manaus

Equipamento ficou pendurado em uma altura de 35 metros (Foto: Héveny Bandeira / G1 AM)Equipamento ficou pendurado em uma altura de 35 metros

Um pedreiro de 40 anos ficou pendurado pelos equipamentos segurança de uma altura de 35 metros. O susto ocorreu na manhã desta quinta-feira (24), em uma obra localizada no Conj. Morada do Sol, Aleixo, Zona Centro- Sul da capital.
No momento do incidente o pedreiro realizava acabamento na área externa do edifício quando o balancim – plataforma metálica ou de madeira, sustentada por cabos de aço utilizada na construção civil – no qual ele se encontrava quebrou. O equipamento pertence a uma empresa terceirizada.
Segundo o vice-presidente do Sindicato da Construção Civil no Amazonas, Cícero Custódio, o trabalhador foi salvo pelos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e socorrido por técnicos de segurança do trabalho da empresa responsável pela obra. “A sorte dele foi que ele estava com o cinto de segurança”, disse.

De acordo com Cícero Custódio, que acompanhou a ocorrência, o pedreiro não sofreu nenhum ferimento. “Ele ficou muito assustado, mas estava bem. Foi levado para um posto médico e foi liberado”, relatou.
Estatísticas
De acordo com Sindicato da Construção Civil no Amazonas, de janeiro a outubro de 2011 foram registrados sete acidentes fatais na capital. ” O número de obras aumentou, porém os acidentes reduziram, disse o Cícero Custódio. Ano passado, foram registrados 13 acidentes fatais na capital, e segundo sindicato a maioria deles foi por falta do uso de equipamentos de segurança.
Ainda segundo Cícero, o Sindicato e as construtoras estão trabalhando em conjunto com o Ministério do Trabalho e DRT para conscientizar os trabalhadores sobre o uso dos EPI. “Este número tem diminuido por conta das palestras de orientação que estão sendo realizadas”, disse Cícero Custódio.

Fonte: G1 Amazonas

País vai capacitar 100 mil trabalhadores da construção por R$ 1 mil cada

Em um investimento individual de R$ 1 mil para a formação de 100 mil trabalhadores da construção, o país pretende sanar um problema que retarda seu crescimento. A falta de qualificação profissional e o alto volume de investimentos em obras de infraestrutura foram os dois fatores determinantes para a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre governo, indústria e trabalhadores, que tem como meta desenvolver a capacitação em quatro anos com recursos da ordem de R$ 100 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

A primeira etapa do Plano Setorial de Qualificação Nacional da Construção Civil, em 2012, vai abranger 25 mil trabalhadores interessados na profissão de ajudante, carpinteiro, armador, motorista, eletricista e pedreiro, entre outros. Além da formação técnica, o objetivo também é potencializar o desenvolvimento intelectual, técnico e cultural dos participantes.

Serão qualificados prioritariamente os cadastrados no Sistema Nacional de Emprego (Sine), responsável pela seleção dos candidatos. A supervisão de todo o processo será do Instituto Votorantim. A partir da seleção, os estados vão contratar as entidades que vão ministrar os cursos, seja Senai, Sesi ou outras.

A perspectiva da Abdib é que os investimentos em obras de infraestrutura entre 2011 e 2015 sejam de R$ 922 bilhões. Segundo a associação, houve uma evolução de R$ 59,9 bilhões em 2003 para R$ 146,5 bilhões em 2010.O diretor de Educação Corporativa da Abdib, Fábio Aidar, informou que há um grande desafio para reduzir as carências de mão de obra especializada para o grande volume de obras de infraestrutura que o país terá pela frente nos próximos anos. “Uma comissão composta por representantes dos trabalhadores, governos e iniciativa privada está levantando as principais demandas, para definir as metas e propostas para o desenvolvimento do programa, o que deve ser concluído nas próximas semanas. Acreditamos que iniciativas como essa, de ações conjuntas entre setor público e iniciativa privada para mitigar as lacunas da qualificação profissional, vêm ao encontro dos anseios do setor produtivo brasileiro e contribuem para o desenvolvimento socioeconômico do país”, disse.

Alguns aspectos do plano foram debatidos em audiência pública no dia 10 de outubro, na sede da Abdib, em São Paulo. À época, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, pediu a ajuda da Abdib para formatar os cursos nas áreas que os trabalhadores precisam e levar tais cursos para os canteiros de obras. “Não é simples formatar esses cursos lá de Brasília e por isso eu quero a ajuda de vocês”, disse.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo ministro do Trabalho durante a audiência mostram crescimento na média salarial dos trabalhadores brasileiros no ato da admissão, já descontando os efeitos da inflação. Entre 2003 e 2010, o salário real dos trabalhadores recém-admitidos cresceu de 31% nos salários. Na construção civil, setor no qual o nível de emprego mais cresce em termos proporcionais, o ganho real no salário inicial foi de 7%.

O assessor da presidência da Fenatracop, Eduardo Armond, explicou que os trabalhadores poderão fazer mais de um curso, sendo um na sequência do outro. A Abdib deve encaminhar os já treinados para estágios em canteiros de obras.

Justificativa

Um outro estudo realizada no início deste ano pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pela CBIC (Câmara Brasileira de Indústria da Construção) mostrou que 89% das empresas da construção civil apontaram a falta de mão de obra como o principal problema enfrentado na atualidade.

A seleção vai começar em janeiro. Com material didático modulado preparado pela Fundação Roberto Marinho, os cursos terão carga de 200 horas, sendo 120 teóricas e 80 práticas. Cada turma terá no máximo 30 alunos. Além da gratuidade do curso e do material didático, os alunos receberão vale-transporte e lanche nos locais das aulas. Para concluir o curso é necessária frequência de 75%.

A capacitação vai começar pelos estados do Amapá, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Ceará, Rondônia, Paraná e Pará, onde concentram-se as maiores demandas. A proposta é instalar salas de aula nos canteiros de obra de projetos de infraestrutura espalhados por todas as regiões brasileiras. A oportunidade de emprego será imediata após o curso.

Do acordo participam o Ministério do Trabalho, a Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada (Fenatracop) e Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib). As partes, que voltam a se reunir no próximo dia 17, para detalhar a execução do programa, pretendem preparar o caminho para fazer frente a um cenário de grandes obras, entre elas as relacionadas com a Copa do Mundo, metrô, mineração, Girau e muitas outras.

Os conteúdos básicos são comunicação verbal e escrita, leitura e compreensão de textos e raciocínio lógico-matemático. Além disso, saúde e segurança no trabalho, educação ambiental, direitos humanos, sociais e trabalhistas, relações interpessoais e obrigações e deveres no trabalho, informação e orientação profissional e ética. Fazem parte do curso também o conteúdo específico da função e as aulas práticas.

O despreparo na categoria foi apontado como o principal problema do setor, de acordo com a Sondagem Industrial da Construção da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada no último dia 31. O item foi apontado por 56,5% dos empresários ligados às micro, pequenas e médias empresas e por 48,8% dos executivos ouvidos pela pesquisa em grandes empresas.

Fonte: Rede Brasil Atual

Os 60 Erros Mais Engraçados e Bizarros da Engenharia

Hoje em dia se vê tudo neste mundo. Desta vez venho mostrar algo um pouco estranho que evidencia a falta de inteligência de certos seres humanos, neste caso em especial, falando dos profissonais (ou quase isso) da Construção Civil. Vejam nesta sequência de fotos os problemas que um simples erro de cálculo (ou deveria dizer um enorme erro de cálculo) pode criar.

 E por favor, não repitam isso em Casa!

Albergue Nosso Lar – entidade surgiu em 1960

A instituição filantrópica foi criada por Dalva Flores, que teve sua história de vida marcada pela solidariedade.

O “Albergue Nosso Lar” teve início com o movimento assistencial da comunidade espírita de Vitória da Conquista, em 1954. Sua primeira instalação situava-se na “Rua do Gancho”, início da atual Avenida Juracy Magalhães, em três barracos cobertos com palhas destinadas a amparar os velhos abandonados que dormiam nas calçadas e sob as marquises.

No ano de 1960 os idosos que viviam em precárias acomodações, ganham novas instalações, como divulgado no jornal “O Combate”, edição de 28 de maio de 1960. Essas novas instalações ficavam onde hoje está o Ginásio Raul Ferraz e foram inauguradas no dia 7 de setembro de 1960, conforme edição de 10 de setembro do mesmo jornal, com as presenças do prefeito Gerson Gusmão Sales e do deputado estadual Adelmário Pinheiro.

Na época da construção do “Albergue Nosso Lar”, o jornal “O Combate” noticiou a construção de um outro albergue que se chamaria “Pouso Fraterno”, uma iniciativa também da União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC). Na verdade, não houve tal construção, e todas as finalidades a que se destinaria, ou seja, albergaria, assistência social e médico-hospitalar, foram concentradas no “Nosso Lar”.

A transformação em associação, em 1960, deu personalidade jurídica a essa instituição, permitindo ao serviço social da UEVC a captação de recursos financeiros e uma relação formal com figuras da sociedade conquistense que colaboravam com a sua manutenção. O presidente da UEVC na época era o Dr. Luiz Barreto.

No início dos anos 80 o prefeito Raul Ferraz manifestou interesse pela área onde se encontrava instalado o albergue, para ali construir o “Ginásio de Esportes”. Propôs à união Espírita uma permuta oferecendo um terreno situado na Avenida Rosa Cruz, Candeias, com uma área total de 20.000 m². Dessa área, 3.016 m² foram destinados ao “Albergue Nosso Lar” que tem, atualmente, 1.830 m² de área construída. Não só fez a permuta do terreno como Raul Ferraz construiu o prédio do albergue, que para lá foi transferido no ano de 1983. E de 1984 até 2005 foi dirigida por dona Maria Dalva Ferreira Flores Costa, filha de Olívia Flores.

Fonte: Taberna da História

Venda de material de construção cai pela 1ª vez no ano

As vendas do varejo de materiais de construção caíram 7% em outubro ante o mês anterior, segundo pesquisa mensal realizada pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), em parceria com o Ibope. O resultado marca a primeira queda mensal do ano. Em nota, o presidente da Anamaco, Cláudio Conz, afirma que o desempenho de outubro surpreendeu a todos no mercado, pois geralmente este é um dos melhores meses para o varejo do setor.

Diante do atual cenário, a entidade voltou a reduzir a projeção de crescimento nas vendas de 2011, para 5%. Em setembro, a estimativa havia sido elevada em um ponto porcentual, para 6%. Ao mesmo tempo, a Anamaco manteve a expectativa de recuperação em novembro, tradicionalmente o segundo melhor mês do ano.

Segundo Conz, em outubro de 2010 também foi apurada uma queda considerável nas vendas, portanto nesse comparativo o desempenho foi estável. Nas categorias pesquisadas, cimento teve a maior redução nas vendas, com 7,3%. Metais e argamassas também apresentaram forte baixa, ambos com recuo de 6%.

De acordo com o executivo, um dos principais responsáveis pelo baixo desempenho registrado no período foi a greve no sistema bancário. Isso porque 50% das vendas no setor são realizadas à vista. O resultado do mês inverte todas as tendências dos últimos 12 meses.

Acumulado em 12 meses

No acumulado dos últimos doze meses o segmento do varejo de material de construção cresceu 4,5%, contra 9,5% registrados nos 12 meses anteriores. Em 2011, o setor apresenta crescimento de 4%. Na opinião de Conz, a indústria terá de trabalhar bastante para inverter a tendência, mas a chegada do 13º salário e consequentemente a maior demanda gerada pela proximidade do final do ano devem movimentar o setor. No ano passado, o varejo de material de construção registrou faturamento recorde de R$ 49,80 bilhões, com expansão de 10,6%.

Fonte: Tribuna da Bahia

Prefeitura interdita prédio no Bairro Candeias

Desde ontem (segunda-feira) a prefeitura de Vitória da Conquista interditou um prédio localizado na Avenida Jorge Teixeira, no Bairro Candeias.

Um dos comerciantes que possui estabelecimento no local, percebeu várias rachaduras, deixando o piso desnivelado. Ele entrou em contato com o Ministério Público e a Defesa Civil para que o local fosse interditado para que os reparos pudessem ser feitos.

Todos os moradores do prédio também foram convidados para desocuparem os apartamentos. O Corpo de Bombeiros também visitou a unidade e constatou outras irregularidades.

Por Rodrigo Ferraz

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