Archive for the 'Mundo' Category

Dia do Engenheiro Civil

Neste domingo (11) é comemorado o dia do Engenheiro Civil e Arquiteto. A data foi escolhida para homenagear esses profissionais porque em 11 de dezembro de 1933, foi promulgado o Decreto Federal nº 23.569 que regulava o exercício da profissão de engenheiro, arquiteto e agrimensor. O CONFEA foi criado na mesma data e através do mesmo decreto, que foi considerado um marco na história da regulamentação profissional e técnica no Brasil.

Parabenizamos os Engenheiros e Arquitetos pelo seu Dia e agradecemos tamanha contribuição dada por estes na construção de um mundo sustentável.

Quarto de hotel a quatro metros abaixo do nível do mar tem vista espetacular

Restaurante submarino que foi transformado em quarto. (Imagem: Conrad Maldives)

O Hotel Conrad Maldives Rangali Island, nas Ilhas Maldivas, é conhecido pelo seu restaurante subaquático, o Ithaa Undersea, que existe há pouco mais de cinco anos. A quatro metros abaixo do nível do mar, o restaurante possui uma vista absolutamente fantástica. O ambiente é um semicírculo fechado com vidro, assim, os hóspedes desfrutam de uma vista de 180° com o tom azul cristalino e da vida marinha que passa a todo momento.

Mais surpreendente ainda é que o hotel, em uma celebração especial de aniversário, transformou o restaurante em um quarto para duas pessoas. As 6 mesas e 12 cadeiras do lugar viraram uma luxuosa cama, e as áreas laterais acomodaram almofadas. Uma exuberante mistura de arquitetura moderna em meio à natureza.

China trabalha na construção do maior telescópio do mundo

Ocupando uma área de 500 metros quadrados, centro de observação pode captar sinais originados em distâncias de até 1000 anos-luz.

 (Fonte da imagem: ArXiv)

Com finalização programada para 2016, o Aperture Spherical Telescope (FAST), construído pela China, está programado para ser o maior telescópio já construído pela humanidade. Ocupando uma área de quinhentos metros quadrados, a construção terá o objetivo de auxiliar nas pesquisas por vida fora da Terra, além de propiciar um melhor estudo da atmosfera do planeta.

O projeto foi desenvolvido em parceria com a Square Kilometer Array (SKA), iniciativa internacional que nasceu com o objetivo de construir um telescópio com área total de um quilômetro quadrado. Atualmente, a iniciativa se concentra na construção de equipamentos menores, localizados em áreas estratégicas do globo – algo que parece não interessar à China, que em 2006 deu o sinal positivo para a construção do FAST.

A novidade vai ter capacidade de observação três vezes maior que o Observatório Arecibo, localizado em Porto Rico, considerado atualmente como o mais potente do mundo. Além disso, a produção chinesa também terá uma sensibilidade maior, permitindo a observação de 19 regiões diferentes do espaço.

Tamanho e potência sem iguais

Para conseguir capturar sinais de forma mais precisa, o FAST não utiliza o método tradicional, que constitui no uso de espelhos distribuídos pelo diâmetro da cúpula de observação, como forma de direcionar os sinais recebidos a um ponto único. Isso acontece porque, devido ao tamanho do projeto, seria necessário usar cerca de 11 mil toneladas de espelhos.

(Fonte da imagem: ArXiv)

A solução encontrada pelos engenheiros foi a construção de uma cúpula adicional construída com cerca de 4400 painéis de alumínio triangulares, que formam um espelho parabólico com cerca de 300 metros. Este dispositivo pode ser redirecionado livremente, o que permite ao telescópio observar uma área mais extensa dos céus.

Todo esse tamanho vai permitir a observação simultânea de 19 regiões do espaço (o Arecibo é capaz de observar somente 7 delas), resultando no centro de observações mais potente e rápido do mundo. Com a capacidade de detectar transmissões ocorridas em até 1000 anos-luz de distância, a novidade deve permitir a observação de fenômenos como supernovas e pulsos eletromagnéticos de forma sem igual.

Fonte: TecMundo

Maior ponte sobre o mar do mundo é inaugurada na China

(Fonte da imagem: Yahoo!)

Em comemoração ao aniversário de 90 anos do Partido Comunista da China, o governo local inaugurou a Jiaozhou Bay, considerada a maior ponte sobre o mar do mundo. Com 42 quilômetros de extensão, a construção liga a cidade portuária de Qingdao à ilha de Huangdao.

Segundo a televisão estatal CCTV, a obra custou cerca de 10 bilhões de yuan (aproximadamente US$ 1,5 bilhão). O projeto, que possui pistas com largura de 35 metros e 5200 pilares de sustentação, demorou aproximadamente quatro anos para ser concluído. Com isso, a distância entre dois pontos de um dos principais portos do país poderá ser percorrida pelos motoristas com redução de tempo de até 40 minutos.

Atualmente, o livro Guinness dos Recordes aponta a construção sobre o Lago Pontchartrain, na Louisiana, como a maior ponte sobre as águas do mundo. Recorde que a construção chinesa deve superar com folga, já que a novidade supera em mais de quatro quilômetros a extensão da concorrente.

(Fonte da imagem: Yahoo!)

Onda de inaugurações

Na mesma data também foi marcada pela inauguração do mais longo gasoduto do mundo, responsável por transportar o gás do Turcomenistão, na Ásia Central, até a China – o trajeto total é de somente 8,7 mil quilômetros. O governo chinês também inaugurou o primeiro trem de alta velocidade do país, capaz de percorrer os 1,3 mil quilômetros que ligam Pequim e Xangai em menos de cinco horas.

Imagens

Fonte: TecMundo

A escavadeira mítica que é um verdadeiro monstro tecnológico

Com o tamanho de um prédio de mais de 30 andares, ela encara e destrói qualquer coisa que aparecer em seu caminho.
É incrível pensar que o mesmo talento que o homem possui para construir belos monumentos também é usado para criar enormes máquinas de destruição. Neste artigo, no caso, falaremos das escavadeiras gigantes, veículos capazes de enfrentar terra, rocha, gelo ou o que se meter na frente.

Apesar de no dia a dia as escavadeiras comuns serem mais usadas na área de construção civil, existem desafios muito maiores a serem vencidos — o que também exige equipamentos com tecnologia aprimorada e grande capacidade de extração.

É o caso do setor de mineração, em que a quantidade de toneladas de minério removidas depende apenas do quanto as máquinas aguentam trabalhar. A seguir, vamos acompanhar algumas fotos e explicações sobre as maiores escavadeiras existentes na Terra.

A monstruosa Bagger 288

(Fonte da imagem: Michael Griswold)

Criada pela tradicional empresa alemã Krupp, a Bagger 288 não é só o maior veículo terrestre do mundo, como também uma das maiores obras de engenharia móvel já realizada pelo homem. Confira algumas especificações da titânica Bagger 288:

  • Tem 96 metros de altura (equivalente a um edifício de cerca de 32 andares).
  • Pesa 45.500 toneladas (superior a mais de 3 mil ônibus lotados e empilhados).
  • Mede 240 metros de um lado ao outro (mais ou menos dois campos de futebol).

Com toda essa grandeza, a escavadeira parece uma legítima obra alienígena. Inicialmente, custou US$ 100 milhões e demorou dez anos para ser construída (somando-se o tempo de planejamento e execução).

A empresa responsável pelo projeto é a mesma que atuou no desenvolvimento de tanques e outros tipos de maquinário bélico durante as Primeira e Segunda Guerras Mundiais, o que explica o sistema de propulsão formado por três grupos de quatro trilhos.

Todo esse tamanho vale a pena?

Segundo os engenheiros alemães, vale. A Bagger 288, com sua roldana principal medindo 18 metros de altura, é capaz de extrair 240 mil toneladas de carvão ou outro tipo de material por dia — isto é, mais de cinco vezes o seu próprio peso.  Além disso, pode ser operada por apenas cinco trabalhadores instruídos.

Entretanto, com essa dimensão extraordinária, a velocidade de movimento é bem lenta (cerca de 10 metros por minuto). Na sua última grande viagem, em 2001, o veículo demorou três semanas para cruzar 22,5 km e chegar ao seu novo destino — nem conseguimos imaginar o caos que isso deve ter causado para os moradores locais!

(Fonte da imagem: Michael Griswold)

Fora isso, pouco antes do Euro se tornar a moeda oficial da Alemanha, foram gastos mais de 15 milhões de marcos alemães com despesas de locomoção e energia (a gigantesca máquina requer quase 17 megawatts por dia para funcionar , ou seja, uma energia suficiente para abastecer uma cidade com 10 mil moradores).

Porém, mesmo com essa enorme logística, o custo-benefício, de acordo com a Krupp, é real. A escavadeira não tem previsão de parar de funcionar e deve trabalhar dia e noite por pelo menos 100 anos na extração de carvão e outros tipos de minério.

Escavando o futuro

Devido a sua grande magnitude e aparência medonha, a peça faz parte da cultura popular alemã e tem até música dedica a ela. Na “inspirada” letra, a Bagger 288 é citada como a “salvadora da humanidade” e “aquela que pode combater robôs e Godzillas”.

Além da Bagger 288, existem os modelos 281, 285, 287 e 293 — este, mais recente, com capacidade de operação semelhante à da 288. A Bagger 293 divide, junto com a irmã mais nova 288, o título de maior veículo terrestre do mundo no livro dos recordes (Guinness Book).

Entretanto, para sorte da crosta terrestre, ainda não há previsão de uma nova Bagger superior e mais potente — mas quem sabe isso pode mudar com a descoberta de reservas de minérios ainda maiores e mais lucrativas.

Outras máquinas colossais

Você acha que as obras para a Copa do Mundo de 2014 estão meio lerdinhas? Acha que talvez seja culpa do equipamento usado? Então acompanhe outros tipos de veículos colossais que circulam em obras e transporte pelo mundo afora.

Caminhão Caterpillar 797F

O maior caminhão de carga do mundo, descendente do Caterpillar 797B, pode carregar até 400 toneladas de material a uma velocidade máxima de 68 km/h. O segredo para isso? Um motor com 4 mil cavalos — dez vezes mais do que um esportivo convencional. Cada um dos pneus, que têm aproximadamente 4 metros de altura, custa US$ 6 mil.

(Fonte da imagem: English Russia)

O maior movedor de terra do mundo

O LeTourneau L-2350 possui a maior pá móvel do planeta e, assim como o caminhão Carterpillar 797F, consegue dar conta de 400 toneladas de material por vez. Imagine que esse titã consegue até carregar um ônibus em sua estrutura sem problema nenhum.

Escavadeira hidráulica móvel

As pás hidráulicas O&K RH400 completam o trio de aço da mineração. Elas são consideras as mais avançadas em operação atualmente e são capazes de retirar 25 milhões de metros cúbicos de terra diariamente, removendo um morro por dia.

Se você pensa que é preciso ser um verdadeiro Chuck Norris para dirigir qualquer um desses, se enganou. Graças à tecnologia, é tudo à base do joystick, e as engrenagens de movimento soam tão suaves e confortáveis quanto a direção de automóveis de luxo.

Além disso, as máquinas vêm com computadores de bordo e assistência de satélite para realizar os procedimentos. Agora, nos diga você: não seria legal pilotar alguma dessas, nem que fosse por um diazinho só?

Fonte: TecMundo

Cem anos depois, sonda da Nasa confirma teoria de Einstein sobre o espaço-tempo

Sonda da Nasa mediu com precisão microscópica a forma sutil como o espaço e o tempo são distorcidos em volta da Terra.
Quase cem anos depois, uma sonda espacial da Nasa, a agência espacial americana, confirmou previsões cruciais feitas pelo físico alemão Albert Einstein em 1915.
As observações da sonda de gravidade B (GP-B) comprovaram que a massa da Terra está muito sutilmente causando uma curvatura no tempo e no espaço ao seu redor, e até arrastando-os consigo.
Os cientistas conseguiram observar esses efeitos através do estudo do comportamento de quatro esferas super-precisas levadas dentro do satélite.
Os resultados foram publicados na revista científica Physical Review Letters.

Einstein

As confirmações das previsões de Einstein são significativas não apenas por comprovar uma vez mais a genialidade do cientista alemão, mas também por trazer instrumentos mais refinados para a compreensão da física que rege o cosmos.
As descobertas também representam o ápice de uma longa jornada para os líderes da missão, alguns dos quais dedicaram mais de cinco décadas à pesquisa.
Entre eles está Francis Everitt, o principal pesquisador da missão na Universidade de Stanford, que participou da concepção da sonda de gravidade B no fim dos anos 50.
“Completamos este experimento histórico, testando o Universo de Einstein – e Einstein sobrevive”, disse ele.
A GP-B só foi lançada ao espaço em 2004 e desde então a missão da equipe é interpretar as informações e checar a correção das observações feitas.

Teorias confirmadas

O objetivo da sonda de gravidade B era confirmar duas importantes consequências da Teoria da Relatividade Geral, publicada por Einstein em 1915.
As previsões descrevem a forma como o tempo e o espaço são distorcidos pela presença de enormes objetos como planetas e estrelas.
Uma delas é o efeito geodético – que trata da forma como a Terra curva o espaço-tempo – e a outra, o efeito de arrasto – sobre como a rotação da Terra distorce o espaço-tempo ao seu redor ao girar.
A sonda GP-B verificou ambos os efeitos medindo movimentos mínimos nos eixos de rotação de quatro giroscópios em relação à posição de uma estrela chamada IM Pegasi (HR 8703).

Precisão

Para garantir a precisão do experimento, as esferas tinham de ser resfriadas até quase o “zero absoluto” (-273ºC) e então colocadas para flutuar dentro de um recipiente a vácuo gigante, contendo hélio superfluido. Esta e outras medidas isolavam as esferas de qualquer distúrbio externo.
Se Einstein estivesse errado, os giroscópios deveriam ter girado sem a influência de forças externas (pressão, calor, campo magnético, gravidade e carga elétrica).
Mas como o físico alemão concluiu que o espaço-tempo ao redor da Terra é curvo e distorcido pelo movimento do planeta, os cientistas esperavam um desvio, apesar das grandes dificuldades em medi-lo.
Ao longo de um ano, o desvio previsto no eixo das esferas devido ao efeito geodético foi calculado na escala de apenas alguns milhares de miliarcosegundos. O efeito de arrasto deverá ser ainda menor.
“Um miliarcosegundo representa a largura de um fio de cabelo humano visto a uma distância de 16 quilômetros. É um ângulo extremamente pequeno e este é o grau de precisão que a sonda de gravidade B tinha de alcançar”, explicou Everitt.

Tecnologia

A missão foi proposta inicialmente em 1959, mas teve de esperar vários anos para que a tecnologia necessária fosse inventada.
“A GP-B, apesar de simples conceitualmente, é um experimento extremamente complexo tecnologicamente”, disse um ex-gerente de programas na GP-B, Rex Geveden.
“A ideia surgiu cerca de três ou quatro décadas antes que a tecnologia estivesse disponível para testes. Treze novas tecnologias foram criadas para a GP-B.”
As inovações criadas para a missão levaram diretamente à melhoria do Global Positioning System (GPS) e ao sucesso de outras missões espaciais da Nasa.

Ponte Passagem da Represa Hoover

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Um dos cenários mais famosos dos Estados Unidos da América abriga atualmente a quarta maior ponte em arco do mundo: A Ponte Passagem da Represa Hoover, situada no Black Canyon do Rio Colorado e junto à barragem Hoover, entre os estados de Nevada e Arizona.

O nome oficial da ponte é Mike O´Callaghan – Pat Tiillman Memorial Bridge, em homenagem a um ex-governador de Nevada e a um ex-Jogador famoso de futebol americano de Arizona que se alistou depois do atentado de 11 de setembro e foi morto num confronto no Afeganistão.

O contrato de construção da Ponte do Rio Colorado foi conquistado por uma joint venture entre a Obayashi Corporation e a PSM Construction USA, Inc, cabendo à empresa T.Y. Lin International Engineering Firm todas as etapas do projeto de engenharia civil e estrutural .

O projeto foi escolhido não só porque atendia aos requisitos técnicos, mas também porque se tratava de uma solução com ótimo custo-benefício, pois aliava as melhores propriedades do concreto com as do aço e causava o menor impacto ambiental.

Com a intenção de resolver os congestionamentos da Represa Hoover provocados pelas restrições de circulação sobre a barragem, esta ponte, que abriu para o tráfego de veículos e pessoas no final de 2010, é a peça central de um enorme projeto de construção denominado Complexo de Bypass da Barragem Hoover.

O espetacular cenário em que se insere o projeto acarretou desafios difíceis e incomuns, mais do que os corriqueiros em um empreendimento monumental deste porte. Os operários tiveram que enfrentar temperaturas de até + 46 graus C e os imprevisíveis e poderosos ventos de 125 km que eram canalizados através do canyon em direção ao local da obra, um terreno perigoso a centenas de metros do chão.

Existiram também algumas questões ambientais a considerar, incluindo o manejo das tartarugas do deserto que habitam a região, ameaçadas de extinção, além da proteção de um rebanho de carneiros monteses que vivem perto do local da construção.

A construção iniciou-se em Janeiro de 2005 de forma atribulada, devido a problemas de financiamento, os quais foram prontamente ultrapassados devido à importância fundamental do projeto, que permitiria ligar de forma eficiente, por auto-estrada, os estados do Arizona e Nevada. Em 2006, a obra sofreu novo percalço: quando as torres, onde estavam amarrados os cabos de suporte da grua suspensa, entraram em colapso sob a ação dos ventos.

Além disso, a equipe de construção teve primeiro que projetar um complicado sistema de guindastes para transportar os materiais pré-fabricados da ponte – por si só, uma enorme façanha. Eles também usaram um sistema muito complicado e perigoso de polias para colocar peças da ponte em seus devidos lugares. Em uma construção monumental como esta, sempre há dificuldades a serem superadas.

Muitos trabalhadores foram levados sobre o desfiladeiro dentro de gaiolas transportadas ao longo do cabo de aço, as quais faz parte do sistema “high-line”, suportado por guindastes em ambos os lados.

“Isto foi verdadeiramente um esforço de equipe em todos os níveis”, disse Dave Zanetell, gerente de projetos da Administração Federal das Rodovias. “É uma prova de como as equipes de engenheiros, arquitetos e os melhores profissionais da nossa indústria de construção podem superar os desafios com muito sucesso e, juntos, se concentrarem em um único objetivo.”

Segundo Ray Russo, gerente de vendas de distrito dos territórios do Arizona e Las Vegas da Sika, uma das empresa fornecedoras de materiais para o projeto, “a maior dificuldade surgiu quando as quatro gruas enguiçaram num dia de muito vento e, como consequência, o transporte a cabo que levava tudo de um lado a outro da ponte cessou de operar. Isso causou um atraso de aproximadamente dois anos. No final, o empreendimento inteiro seguiu fielmente o projeto…”

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O tabuleiro tem cerca de 600 m de comprimento foi construído sobre um arco duplo de concreto armado em pré-esforço com 320 m de vão. O aço foi muito importante na construção das vigas na sustentação, em formas de cabos, do arco de concreto. Esta estrutura massiva, que exigiu 7300 toneladas de aço de reforço, 600 km de cabo de aço e 23 mil metros cúbicos de betão, situa-se a 270 m acima do Rio Colorado, sendo a sétima ponte mais alta do mundo.

Os pilares extremos têm cerca de 90 metros de altura. O projeto e construção custaram 240 milhões de dólares e envolveu, de forma permanente ao longo de 5 anos, 1200 operários e 300 engenheiros.

O reforço duplo do arco apresenta as mais altas colunas de concreto pré-moldado segmentar no mundo. A superestrutura de aço leve permitiu uma montagem rápida e reduziu a demanda de carga morta no arco para oferecer uma construção eficiente e econômica.

A T.Y. Lin International aplicou as rígidas normas na construção da ponte, incluindo a capacidade de resistir a terremotos de grandes proporções e a ventos com velocidades até 25% superiores às que foram inicialmente utilizadas na elaboração do projeto.

Hoje, a Mike O´Callaghan – Pat Tiillman Memorial Bridge, mais conhecida como Ponte Passagem da Barragem Hoover, é a primeira ponte construída em aço e concreto dos EUA , a segunda ponte mais alta do país possui um tráfego diário de mais de 14.000 veículos por dia.

A integração harmoniosa com uma das mais marcantes obras de Engenharia Civil de todos os tempos, a Barragem Hoover, deu-lhe reconhecimento internacional, atraindo milhares de turistas desde a sua recente inauguração.

Números da Ponte da Represa do Hoover:

1º ponte construída em aço e concreto dos EUA
4º maior ponte em arco do mundo
7º maior ponte mais alta do mundo
Comprimento: aprox 600 m
7.300 toneladas de aço
600 km de cabos de aço
23 mil metros cúbicos de concreto
270 m acima do chão

Ficha Técnica:

Nome: Mike O´Callaghan – Pat Tiillman Memorial Bridge
Localização: Black Canyon do Rio Colorado
Início da Construção: 2005
Conclusão: 2010
Construtora: PSM Construction USA, Inc e
Engenharia Estrutural: T.Y. Lin International Engineering Firm
Estrutura: aço e concreto
Fotos: Tylin Engineering, BBC, Sika, PSMC-USA, Bigrelease

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Fonte: Met@lica

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